Nestes ultimos dias tenho pensado acerca dos discursos, e tenho reparado como ele é indutor e mal-feitor nas opniões das pessoas.
Começaremos por falar um pouco acerca dele, que tem como foco principal ludibriar. O discurso tem na sua base principal o jogo de palavras para convencer o ouvinte dos fatos, que devem ser entendidos como verdades absolutas. A partir deste foco, não apenas os políticos como várias áreas da vida em sociedade, utiliza deste método para ver no outro erros, e afirmar acertos de determinados grupos.
Ao refletir sobre esses fatores do discurso comecei então a analisar o que na minha vida é um discurso, e fiquei triste ao saber que na verdade inumeras coisas se tornaram discursos, com tentativa de convencimento em favor de determinadas ideologias. Isso é um pouco comprometedor, pois estou jogando “sujo” comigo mesmo, me expondo no meu blog; porém esconder verdades não é algo característico da minha índole.
Prosseguindo no discurso, acredito que o ser humano precisa aprender a viver os discursos, para que a vida em sociedade possa sofrer transformações sensíveis.
Um exemplo que eu gosto muito é o amor, que para Lacan é apenas um discurso, porém pra mim ele é muito mais que isso. Ao definir o amor como palavras Lacan coloca de lado uma humanização através do amor, seja ela para vangloria própria ou não. O amor não se limita em palavras, por isso acredito que nele está o caminho da vitória do discurso.
Pensar no outro e nas suas atitudes, deixando de lado pensamentos formados, do como ou quando devemos agir.
CUIDADO O DISCURSO ESTÁ DENTRO DE VOCÊ!
Parabéns mais uma vez!!
Li todos os textos (já conhecia o de Veríssimo e é lindo!) e gostei. Posso ouvir você falando eles. Principalmente o do discurso. Bem a sua cara!
Mas continue que as idéias estão fluindo bem.
Bjão e tudo de bom.